Treinamentos Normativos com realidade virtual: mais segurança e eficiência na capacitação

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Grupo WF

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Em atividades críticas, treinamento não pode ser tratado como etapa burocrática. Quando falamos de eletricidade, espaço confinado e trabalho em altura, a diferença entre “entender o procedimento” e conseguir executá-lo com segurança é o que separa conformidade de risco real.

O desafio é que o treinamento tradicional, muitas vezes, não consegue entregar a prática na medida certa. Ou o cenário é pouco fiel ao ambiente real, ou a simulação exige logística complexa, interrupções na operação, isolamento de áreas e até desenergização de sistemas, o que naturalmente limita a profundidade do treino. Em alguns casos, o próprio processo de simulação pode expor pessoas a condições que deveriam ser evitadas.

É justamente aí que a realidade virtual entra como ferramenta técnica de capacitação: ela permite imersão e repetição de cenários críticos com realismo, mas sem risco real, mantendo padronização entre turmas e consistência na aprendizagem.

Onde isso se aplica: NR10, NR33 e NR35

A aplicação de realidade virtual se destaca especialmente nas NRs mais associadas a atividades de alta severidade:

  • NR10, voltada à segurança em instalações e serviços com eletricidade;
  • NR33, focada em segurança e saúde em espaços confinados;
  • NR35, direcionada ao trabalho em altura.

São frentes em que uma falha costuma ter consequências graves, por isso, a capacitação precisa ir além do conteúdo: precisa consolidar comportamento seguro, tomada de decisão e execução correta de rotinas.

Como funciona o treinamento com realidade virtual na prática

No formato imersivo, o colaborador acessa cenários simulados, executa tarefas, reconhece riscos e toma decisões em situações típicas da operação. A experiência é controlada e repetível: o que permite treinar com padronização, reforçar etapas críticas e avaliar desempenho com mais clareza.

Na WFaccioli, a realidade virtual é aplicada como aprendizado imersivo, conectando teoria e prática por meio de simulações seguras, especialmente para NR10, NR33 e NR35. O foco é reduzir a distância entre o que está no procedimento e o que acontece na rotina, sem depender de estruturas físicas complexas para “criar” o risco.

Benefícios técnicos e operacionais

Além do ganho de segurança, realidade virtual costuma entregar eficiência de aprendizagem. Um estudo da PwC indica que treinamentos em VR podem ser concluídos até 4x mais rápido do que treinamentos em sala, com aumento relevante de confiança para aplicação do conteúdo.

Na mesma direção, revisões recentes apontam que a realidade virtual tende a melhorar aquisição e retenção de conhecimento em treinamentos de segurança quando comparada a métodos tradicionais, principalmente por elevar qualidade de prática e envolvimento do treinando.

E existe um benefício operacional muito direto: dependendo do cenário, parte do treino prático pode acontecer sem necessidade de desenergização, isolamento de áreas ou estruturas físicas complexas, o que reduz impacto na rotina da empresa e facilita escala entre unidades e turnos.

Conformidade, evidência e redução de risco

O ganho não é apenas didático. Quando o treinamento melhora padronização e prontidão, a empresa fortalece um ponto crucial: evidência de capacitação e consistência técnica. Isso ajuda a sustentar conformidade, reduz variabilidade operacional e contribui para uma gestão de risco mais robusta, especialmente em NRs críticas.

Como a WFaccioli entrega: tecnologia + condução técnica

Para que a realidade virtual gere resultados, ela precisa estar integrada a uma entrega completa, com método e condução técnica. A WFaccioli combina tecnologia e prática de SST com uma estrutura que inclui:

  • Formatos presencial, online, EAD e realidade virtual, conforme a realidade da operação;
  • Instrutores técnicos e simulações com foco em tomada de decisão e execução segura;
  • Plataforma EAD própria, relatórios e rastreabilidade para apoiar gestão e comprovação.

Os próximos passos

Se sua empresa precisa elevar a segurança, padronizar capacitação e reduzir impacto operacional nos treinamentos de NR10, NR33 e NR35, o caminho mais eficiente é estruturar uma proposta técnica alinhada à sua realidade.

Solicite uma proposta técnica para os treinamentos da sua empresa. Para agilizar, envie: NRs, número de colaboradores, unidades/turnos e tipo de operação.

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